e-revista Brasil Energia 484

Brasil Energia, nº 484, 30 de novembro de 2023 77 Acelen, Perfin e Illian construirão usina solar na Bahia A Acelen, o Perfin Discovery Mercury Fundo de Investimento em Participações em Infraestrutura e a Illian Energias Renováveis anunciaram a assinatura de um acordo para investimento em uma usina solar a ser construída no município de João Dourado (BA), na região do semiárido baiano. A Acelen celebrou também contrato de longo prazo para compra de energia incentivada na modalidade de autoprodução, incluindo créditos de carbono gerados pela futura usina. A UFV está inserida no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal e tem capacidade instalada de 161 MWp. O projeto vai demandar a criação de cerca de 500 empregos diretos e indiretos durante sua construção, e cerca de 30 empregos diretos e indiretos após o início da operação comercial, prevista para o primeiro trimestre de 2025. O fechamento da transação está condicionado ao cumprimento de condições precedentes usuais para projetos desta natureza. TotalEnergies e Revolusolar expandem projeto de energia solar em comunidades cariocas A TotalEnergies anunciou a continuidade de seu projeto com a ONG Revolusolar, que visa expandir a instalação de sistemas de energia solar fotovoltaica em comunidades do Rio de Janeiro. A nova fase dessa parceria, que teve início em 2022, tem o objetivo de aumentar a microgeração de energia solar e fortalecer a gestão da ONG, marcando a presença da empresa nas áreas onde opera. Fundada em 2015, a Revolusolar busca combater a pobreza energética e promover desenvolvimento sustentável ao facilitar o acesso à energia solar em áreas de baixa renda. Seu trabalho abrange a instalação de sistemas fotovoltaicos e programas de capacitação para moradores locais, visando à manutenção dos painéis e à promoção da educação ambiental, engajando crianças e jovens na transição energética. Essa colaboração já gerou mais de 200 MWh de energia nas comunidades Chapéu Mangueira e Babilônia, economizando mais de R$ 200 mil em custos para a população local. Também evitou a emissão de 16 toneladas de CO2 e capacitou 70 moradores como eletricistas e instaladores solares. O projeto está alinhado às diretrizes de responsabilidade socioambiental (ESG) da companhia e aos ODSs da ONU. Para a próxima etapa, está programada a expansão da capacidade instalada de energia fotovoltaica para 12 kWp em outra comunidade vulnerável do Rio de Janeiro, além da criação de uma usina solar de 7 kWp em uma instituição que assiste cerca de 400 pessoas em situação de vulnerabilidade, também localizada na cidade.

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