e-revista Brasil Energia 484

Brasil Energia, nº 484, 30 de novembro de 2023 51 te dependendo da diferença e incidência solar nas épocas do ano. A capacidade instalada na primeira fase do projeto é de 1 MW. A perspectiva da empresa é implantar mais 2 MW em outras unidades e oferecer a energia solar para companhias do estado de São Paulo e para o poder público de vários municípios, que poderão utilizar a fonte fotovoltaica para abastecimento renovável de prédios da administração, como escolas, creches e hospitais. A usina solar flutuante abrange uma área aproximada de 8 mil metros quadrados, com 1.852 painéis solares instalados sobre flutuadores no espelho d’água. A cava da mineração Roseira que abriga a unidade possui uma área total de 200 mil metros quadrados. A implantação do projeto contou com duas empresas parceiras: a F2B (Fotovoltaico Flutuante Brasil), especializada em usinas solares fotovoltaicas flutuantes, e a Coelte Engenharia, empresa de engenharia especializada em projetos e montagens elétricas. “O projeto é pioneiro para a indústria mineral de agregados no Brasil e servirá como portfólio para ser apresentado ao mercado consumidor de energia da Região do Vale do Paraíba e de todo o estado de São Paulo, tanto para o setor industrial como comercial, como alternativa para geração de energia renovável, com projetos de geração fotovoltaica flutuante em áreas de cavas já exauridas das minerações do AB Areias”, comenta Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, presidente do grupo. n Projeto de 1 MW pode ser replicado em mais 2 MW em outras unidades do grupo

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