e-revista Brasil Energia 484

Brasil Energia, nº 484, 30 de novembro de 2023 31 síduos com o advento da produção de biometano”, destacou. Outra aposta é no crescimento da cogeração a gás natural, especialmente com perspectivas de novos ofertantes da molécula. Segundo Duarte, o movimento pode aumentar a viabilidade de projetos no setor. Ranking da cogeração O estado de São Paulo lidera o ranking por unidades da federação de cogeração por biomassa, com 7,4 GW instalados. Depois, aparece Minas Gerais (2,1 GW), Mato Grosso do Sul (1,9 GW); Goiás (1,5 GW); Rio de Janeiro e Paraná (cada um com 1,3 GW) e Bahia (1,1 GW). Entre os cinco setores industriais que mais usam a cogeração estão o sucroenergético (12,437 GW), papel e celulose (3,407 GW), petroquímico (2,256 GW), madeireiro (861 MW) e alimentos e bebidas (648 MW). Em expansão até 2026 A Aneel estima uma adição na capacidade instalada de 1,8 GW até 2026, com média de 454 MW por ano. Nas previsões da agência, os acréscimos são de 452 MW (2023), 789 MW (2024), 232 (2025) e 343 MW (2026). Os dados são do painel “Acompanhamento da Implantação das Centrais Geradoras de Energia Elétrica”. n

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