e-revista Brasil Energia 484

da Opep e a Guiana incrementem a produção de petróleo no mesmo período. Outro ponto abordado pelo estudo é a importância da renda petrolífera, que pode ser usada para o financiamento, desenvolvimento e aplicação das soluções energéticas, tecnológicas e industriais que viabilizarão o alcance da meta de neutralidade de carbono. “A Noruega utiliza a renda que ainda acumula com o petróleo para ser um dos países que mais investem na agenda de combate ao aquecimento global. Sua abordagem de ter privilegiado o desenvolvimento industrial e tecnológico de seu próprio setor de P&G, em vez de focar na exploração de suas reservas petrolíferas para a mera utilização e exportação do petróleo, serve de inspiração para o Brasil no atual momento de transição mundial”, completam os autores no artigo. PD&I no Brasil O estudo ressalta que o setor de P&G brasileiro tem um arcabouço regulatório sólido e vigoroso e que que os valores da cláusula de PD&I dos contratos de E&P vêm crescendo com o aumento da produção de campos gigantes e de alta eficiência, ainda que muito afetados pela volatilidade do preço do barril do petróleo. Excluindo o ano de 2020, que foi atípico devido à pandemia de Covid-19, as cifras já beiravam os R$ 2 bilhões, tendo ultrapassado os R$ 4,4 bilhões em 2022. “Cabe destacar que parte desses recursos é direcionada ao desenvolvimento de tecnologias sustentáveis. Nada impede que no futuro seja exigido que a totalidade, ou pelo menos a maior parte, dos recursos da cláusula de PD&I seja aplicada em tecnologias voltadas à descarbonização”, analisa o estudo. n Tome melhores decisões no Brasil com os primeiros resultados do Amazonas Vision em profundidade Veja mais: www.pgs.com/ amazonasvision Já disponível

RkJQdWJsaXNoZXIy NDExNzM=