Burocracia, insegurança e competitividade cercam o descomissionamento no Brasil

Há dúvidas sobre o tratamento tributário do Repetro e a capacidade dos estaleiros, que esbarram mais uma vez na falta de competitividade

Na ponta da cadeia de descomissionamento, o desmantelamento de embarcações em estaleiros brasileiros enfrenta não só a competitividade dos mercados internacionais, mas também incertezas relacionadas à capacidade da indústria nacional e ao tratamento tributário de bens trazidos ao país sob o Repetro. Passados pouco mais de 20 anos após as primeiras instalações destinadas à indústria…

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