A fragilidade de usinas a fio d’água

Com a demanda por potência cada vez maior, o Brasil apostou em grandes hidrelétricas marcadamente sazonais, mas importantes

Em um contexto marcado pelo avanço de fontes intermitentes como solar e eólica e o déficit de potência que elas trazem necessariamente – estimado pela EPE em 13,2 mil MW até 2027 -, é possível dizer que valeu a pena investir em grandes usinas a fio d’água, já que elas não suprem esse déficit de…

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